41 Laboratório de Evolução Morfológica - UFPR

41.1 Nome do Laboratório
Laboratório de Evolução Morfológica
41.2 Sigla
Evomorfo
41.3 Coordenador(a)
Prof. Dr. Alexandre Varaschin Palaoro
41.4 Instituição
Univesidade Federal do Paraná - UFPR
41.5 Lotação
Departamento de Zoologia
41.6 Estado
Paraná
41.7 Website:
41.8 Instagram
Sem informações disponíveis
41.9 Sobre o laboratório
Mandíbulas, garras, espinhos, probóscides, chifres e presas são exemplos de estruturas morfológicas que variam de relativamente pequenas a proporcionalmente gigantescas nas linhagens em que ocorrem. Pense nas presas de elefante – elas variam de um dente canino regular a uma presa saliente que pode ter mais de 3 metros de comprimento. Compreender como e por que tais estruturas crescem e evoluem são os tipos de questões que interessam as pessoas que trabalham aqui. Para responder esse tipo de pergunta, unimos questões proximais a evolutivas usando diversas técnicas, combinando biomecânica, fisiologia e comportamento a métodos comparativos filogenéticos. Ao unir o mundo dos mecanismos ao mundo da evolução, o objetivo das pesquisas neste laboratório é entender o que faz a morfologia evoluir e diversificar.
Alguns tópicos que temos interesse são:
– Quais são os limites físicos para modificação de estruturas morfológicas?
– Como os biomateriais podem limitar ou acelerar a evolução e diversificação de estruturas morfológicas?
– Como a forma influencia a função (e vice-versa) de estruturas morfológicas?
Os principais organismos estudados são crustáceos da família Aeglidae, mas também trabalhamos com chama-maré, Amphipoda e qualquer outro grupo de crustáceo que possuir uma morfologia de interesse. O laboratório conta com espaço para criação de animais vivos, câmera para fotografia macro e ultramacro, câmera para filmagem e mesa estativa. Também possuímos acesso a um microscópio eletrônico (tanto de transmissão e varredura) e um microtomógrafo.
41.10 Principais linhas de pesquisa
Evolução morfológica
Biomecânica comparativa
Comportamento animal